Torça pro seu concorrente não estar dia 25 nesse workshop. Porque quem tiver vai entender como ter mais cliente com a própria tributação.
Você tem razão em sentir isso. E ainda assim tem gente que vai sair na frente com essa mudança.
O problema não é você não entender de imposto. O problema é ninguém ter te avisado que essa mudança decide quem vende mais e quem vende menos. Quem souber primeiro não vai só se defender: vai tomar cliente de quem ficou parado.
Você compra material por R$ 10.000. Seu concorrente compra o mesmo material por R$ 10.000. Custou igual pros dois.
Aí vocês brigam no preço de venda em condição de igualdade.
Continua R$ 10.000 pros dois. Só que o concorrente recebe uma parte de volta do imposto que veio nessa compra. Você, no Simples, paga os R$ 10.000 cheios.
O custo dele caiu e o seu não. Ele pode cobrar mais barato que você e ainda ganhar mais. O cliente vai onde o preço fecha.
Esse dinheiro que volta não cai do céu e não é sorte: depende de uma escolha sua. Dá pra continuar no Simples e mesmo assim receber de volta. É essa escolha que a gente abre no dia 25.
O que está por trás da regra, sem teoria e sem juridiquês.
A nova regra de crédito virando argumento comercial.
O governo escreveu a regra. Quem lê primeiro joga melhor que ele.
Nada de artigo de lei. Eu pego setores que todo mundo conhece e mostro a decisão prática, com número na tela. Estes são os casos que a gente abre ao vivo:
Peça e mão de obra na mesma nota, frota de empresa como cliente. Onde está o crédito que hoje você entrega de graça.
Você vende pro consumidor final e pra construtora. Cada um vai querer uma coisa diferente de você a partir de 2027.
Regra específica do setor, compra de insumo e o efeito no preço do prato. O que muda no cardápio antes do imposto mudar.
Quem contrata frete é empresa. É o setor onde a conta do crédito pesa mais rápido na hora de escolher fornecedor.
Serviço quase não tem insumo pra creditar. Aqui a conta é outra, e a decisão precisa ser feita com calma.
Compra pra revender, margem apertada e cliente que compara centavo. Onde a nova regra dá vantagem pra quem se antecipar.
Planilha: você põe faturamento e tipo de cliente, ela mostra qual caminho te dá mais lucro
O que falar na negociação pra virar a preferência a seu favor
Perguntas abertas no final, respondidas na hora. Sem replay, é ao vivo mesmo
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Não necessariamente, e o workshop não é sobre isso. É sobre entender em qual situação continuar como está te dá mais lucro e em qual situação você está deixando cliente na mesa. A decisão é sua, com o número na frente.
No modelo novo, a empresa que compra de você recupera parte do imposto que ela paga. Quanto ela recupera depende de quem vendeu. Isso muda a conta do seu cliente e, com ela, a preferência dele por fornecedor.
Aí o jogo é outro, e a gente também abre isso: o que muda no seu preço, na sua margem e no seu custo de compra. Você sai sabendo onde olhar em vez de esperar a conta chegar.
Não. É feito pra dono de empresa: zero juridiquês, exemplo por setor e planilha na tela. Se você já entende do assunto, vai aprofundar na parte de crédito e precificação.
Não. São 60 minutos de conteúdo e Q&A. No final eu conto como a Dataminas faz isso pelos clientes, e quem quiser procura. Quem não quiser, sai com a planilha e o guia do mesmo jeito.
Não. É ao vivo justamente porque a parte que vale é poder perguntar na hora. Reserve os 60 minutos na agenda.
Se em até 7 dias você achar que não valeu, manda mensagem e devolvo 100% do valor. Sem justificar nada.
Por e-mail e WhatsApp logo após a confirmação do pagamento, com lembrete no dia. Os materiais chegam pelo mesmo canal.